Piloto cruzando água de moto durante a montagem de Cruces del Sur.
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18 DE NOVEMBRO DE 2021Carretera Austral e Patagônia

Travessia testada

Cruces del Sur

A Patagônia obrigou a escolher: fronteira, balsa, terra, distância e luz. O percurso final mantém a viagem viva sem quebrar o grupo.

Oficina de rota

Do mapa ao track testado

Cada painel mostra uma decisao de campo: sair, voltar, medir e ajustar ate o percurso sustentar a rota completa.

4
passos testados
2321
km finais
45%
terra
7
dias
  1. 1. Travessia testada

    Piloto cruzando água de moto durante a montagem de Cruces del Sur.

    O passo para o Chile tinha que aguentar água, terra e ritmo de grupo.

  2. 2. Terreno escolhido

    Formações rochosas patagônicas percorridas durante a montagem de Cruces del Sur.

    Cada paisagem entra quando a logística do dia também fecha.

  3. 3. Ritmo real

    Pilotos junto a motos carregadas em um caminho de terra durante Cruces del Sur.

    Testamos paradas, tempos e dificuldade com motos carregadas.

  4. 4. Rota final

    Motos avançando por rota patagônica durante uma exploração de Cruces del Sur.

    A Austral se ganha por terra, ritmo e dias longos.

  5. 5. Alternativa

    Acampamento de motos junto a um lago patagônico.

    Alguns desvios davam paisagem, mas quebravam a volta.

O problema do passo

A Carretera Austral pode ser cruzada desde a Argentina por vários passos. Testamos quatro. Cardenal Samoré nos deixava longe do trecho mais forte. Coyhaique Alto era curto demais e quebrava o ritmo do primeiro dia. Roballos somava quilômetros sem paisagem suficiente. Futaleufú ficou: curto, cênico e conectado direto com Puyuhuapi.

As alternativas que testamos

Testamos fechar a viagem em Caleta Tortel. Lugar lindo, longe demais para voltar à Argentina sem mandar a moto de avião. Deixamos como destino opcional para pilotos com tempo extra.

Também testamos incluir o ferry a Chaitén para reduzir a quantidade de ripio. O ferry não respeita o ritmo do grupo e consumia um dia inteiro. Cortamos: se viemos pela Austral, viemos pelo ripio.

O Parque Nacional Los Alerces no primeiro dia quase ficou fora pela exigência. Na primeira vez levou doze horas porque paramos demais. Hoje o dia corre com paradas medidas e chega a Trevelin com sol.

O que ficou

Sete dias, 2321 km, 45% ripio. Bariloche a Trevelin no primeiro dia, com desvio por Cholila e Los Alerces. Travessia ao Chile por Futaleufú no segundo. Puyuhuapi, Puerto Cisnes e o coração da Carretera Austral nos três dias seguintes. Volta pelo sul com os lagos patagônicos para fechar.

Três viagens de exploração. Uma temporada de teste. A rota que vendemos hoje aguentou o ripio profundo, os dias longos e os passos que testamos e descartamos.

Fica o que sustenta a viagem.

Decisoes de desenho

O QUE ENTROU E O QUE FICOU FORA

Uma rota se desenha quando alguem decide o que nao entra. Esta e a parte que quase nunca aparece em uma ficha comercial.

Pilotos junto a motos carregadas em um caminho de terra durante Cruces del Sur.
Ritmo real
Testamos paradas, tempos e dificuldade com motos carregadas.
  • Entrou

    Futaleufú, porque conecta direto com o coração da Austral.

  • Saiu

    Caleta Tortel como fechamento: lindo, mas castigava a volta.

  • Ajustamos

    Los Alerces ficou com paradas medidas para chegar com luz.

Fotos de exploração

O TERRENO ANTES DO TOUR

Piloto cruzando água de moto durante a montagem de Cruces del Sur.
Travessia testada
O passo para o Chile tinha que aguentar água, terra e ritmo de grupo.
Formações rochosas patagônicas percorridas durante a montagem de Cruces del Sur.
Terreno escolhido
Cada paisagem entra quando a logística do dia também fecha.
Pilotos junto a motos carregadas em um caminho de terra durante Cruces del Sur.
Ritmo real
Testamos paradas, tempos e dificuldade com motos carregadas.
Motos avançando por rota patagônica durante uma exploração de Cruces del Sur.
Rota final
A Austral se ganha por terra, ritmo e dias longos.
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